FC Porto inicia negociações para a saída imediata do treinador Vítor Bruno

FC Porto é o 12.º clube a mudar de treinador na I Liga 2024/25.

Janeiro 20, 2025

O FC Porto iniciou negociações para a saída imediata do treinador Vítor Bruno, anunciou hoje o clube, horas depois da derrota na visita ao Gil Vicente (1-3), da 18.ª jornada da I Liga.

“A FC Porto – Futebol, SAD informa que iniciou negociações com o treinador Vítor Bruno para a cessação, com efeitos imediatos, do contrato de trabalho desportivo que vigorava desde o início da presente época”, lê-se em comunicado publicado no sítio oficial dos “dragões” na Internet.

O anúncio aconteceu numa altura em que o técnico conimbricense, de 42 anos, estava reunido de emergência com todo o plantel, o presidente do FC Porto, André Villas-Boas, e outros elementos da SAD, no Estádio do Dragão, no Porto, já depois do regresso da comitiva de Barcelos, onde os “dragões” perderam com o Gil Vicente no domingo, no arranque da segunda volta do campeonato.

Promovido em junho de 2024 como sucessor de Sérgio Conceição, com quem trabalhou nos últimos 12 anos, mas teve uma rutura laboral ao fim de sete temporadas no FC Porto,  Vítor Bruno não resistiu à segunda sequência de três derrotas nas diversas competições em 2024/25.

O segundo desaire consecutivo na I Liga implicou a descida ao terceiro lugar, com 40 pontos, quatro abaixo do líder isolado e campeão nacional Sporting e a um do Benfica, segundo classificado.

FC Porto é o 12.º clube a mudar de treinador na I Liga 2024/25

O FC Porto tornou-se hoje o 12.º clube a mudar de treinador na I Liga portuguesa de futebol 2024/25, ao prescindir de Vítor Bruno, horas depois do desaire por 3-1 no reduto do Gil Vicente, na 18.ª jornada.

“A FC Porto – Futebol, SAD informa que iniciou negociações com o treinador Vítor Bruno para a cessação, com efeitos imediatos, do contrato de trabalho desportivo que vigorava desde o início da presente época”, anunciaram os “dragões”, num comunicado publicado no seu sítio oficial na Internet.

O sucessor de Sérgio Conceição não resistiu ao terceiro desaire consecutivo em todas as provas, e segundo na I Liga, depois do 0-2 no reduto do Nacional, que impediu, então, os “dragões” de acabar a primeira volta na liderança.

Com o desaire de domingo em Barcelos, o quarto na prova, o FC Porto caiu para o terceiro lugar, com 40 pontos, contra 41 do Benfica, segundo, e 44 do líder Sporting, os outros dois responsáveis pelos desaires portistas na prova — 0-2 em Alvalade e 1-4 na Luz.

Depois de ter iniciado a temporada com um 4-3, após prolongamento, ao Sporting, após estar a perder por 3-0, para vencer a Supertaça, o FC Porto também tinha sido eliminado da Taça de Portugal, pelo Moreirense, e da Taça da Liga, pelos “leões”.

A formação “leonina”, e ao contrário dos “dragões”, foi vítima do excelente trabalho do seu treinador: Ruben Amorim somou vitórias nas primeiras 11 jornadas e foi o eleito para suceder ao neerlandês Ten Haag no Manchester United.

Para substituir o ex-jogador do Benfica, foi escolhido João Pereira, que chegou para ser um novo Amorim, mas só durou quatro jornadas, o tempo que necessitou para desbaratar a liderança e ser trocado por Rui Borges, que chegou do Vitória de Guimarães.

Muito antes disso, já o outro “grande”, o Benfica, tinha mexido, logo à quarta jornada, quando prescindiu do alemão Roger Schmidt, substituindo-o pelo regressado Bruno Lage.

Os outros dois conjuntos lusos que estão a disputar as competições europeias em 2024/25 também já mudaram, sendo que o Sporting de Braga fê-lo logo após a primeira jornada, quando “chicoteou” Daniel Sousa, fazendo regressar Carlos Carvalhal.

Daniel Sousa foi o primeiro técnico dos “arsenalistas” e o segundo do Vitória de Guimarães, depois de Rui Borges rumar ao Sporting, mas, de regresso ao Minho, só o “aguentou” duas rondas, dando o lugar a Luís Freire.

O novo técnico do Vitória, que se estreou no sábado, para a 18.ª jornada, tinha sido, anteriormente, dispensado pelo Rio Ave, que, após a 10.ª, apostou em Petit.

A “dança” das mudanças começou antes de os jogos começarem, com o Gil Vicente a despedir Tozé Marreco na pré-temporada e a optar por Bruno Pinheiro, com Carlos Cunha na transição.

O Estrela da Amadora, que trocou Filipe Martins por José Faria, e o Farense, que “resgatou” Tozé Marreco, despedindo José Mota, que saiu só com derrotas, mudaram após a sexta jornada, e o Arouca apostou por Vasco Seabra em vez de Gonzalo García, depois da nona.

No AVS, a mudança aconteceu após a 11.ª ronda, com Daniel Ramos a suceder a Vítor Campelos, seguindo-se a “chicotada” no Famalicão, que elegeu Hugo Oliveira para substituir Armando Evangelista, com Ricardo Silva a orientar a equipa na 13.ª.

Santa Clara, Casa Pia, Moreirense, Estoril Praia, Nacional e Boavista são agora os únicos clubes que continuam com os treinadores com que arrancaram para 2024/25.

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